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domingo, 9 de outubro de 2016

Estrada longa







Estrada longa
Recordações
Saudades
Olhares para o passado
Estrada longa
Chuva
Frio
Sol
Estrada longa
Companhia
Solidão
Ilusão
Estrada longa
Viajantes
Romeiros
Caminheiros
Estrada longa
Cruzes
Jardins
Despedidas
Estrada longa
Sorrisos
Lagrimas

Recomeços
Estrada longa
Finita
Chegada
Partida
Su Aquino


 

sábado, 18 de junho de 2016

ASSÉDIO MORAL





Antes de começar já é planejado;
   Sobre calunias bem alicerçado;
    Sobre palavras com venenos temperadas;
     Ética nem no dicionário é apresentada ;
      Dia e noite bem planejadas;
        Imune aos limites e ao respeito;
          Onde fica o tal caráter ?


     Mesmo podendo a si mesmo se envenenar;
         Onde não sobra tempo para de sua vida cuidar ;
             Relembrando a Constituição no seu artigo 3º;
                A pessoa escolhida (por você) tem direito de defesa;
                  Limites ultrapassados é direto de defesa consolidado.
                                       
                                 Su Aquino

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A Pequena Sophie - Marcela Re Ribeiro


A Pequena Sophie

Li e reli. Viajei no Mundo encantado de Sophie criado pela minha talentosa amiga Marcela Re Ribeiro. Recomendo a viagem onde o encantamento de um conto de fada se mistura com a realidade e transforma vidas agindo no social. Nos despertando para o fato que um pequeno gesto para transformar o mundo ,encarado como um gota de água no oceano,pode fazer toda a diferença e modificar a realidade.Parabéns Marcela Re Ribeiro. Su Aquino

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Confissão





A orquestra de lembranças invade o espaço da cama.
O cheiro dos lençóis não consegue impedir o perfume que acompanha a melodia.
O poeta rola e ignora procurando enganar a si mesmo.
Madrugada avança e o sono já se despediu.
Bem sabe o poeta que quando a Pena chama deve obedecer.
Tão dolorido tecer versos quando tudo o que se deseja é esquecer...
Não consegue ignorar o som da orquestra e o perfume da melodia.
Todo o seu Ser se entrega ao ritmo da melodia.
Nesse rodopiar pode enganar o tempo, pisar na lua.
Acompanhar o encantamento de um sorriso...
Luta os lobos no interior do Ser, uivando em desespero para a lua.
Tão desejada e tão inaccessível.
Razão e emoção dentro do poeta que deseja ignorar os versos e não consegue.
Escravo da Senhora Pena. Dono de versos tão incertos.Exposto na sua nudez de sentimentos.
Rodopia o coração. Rodopia os desejos que fazem parte dessa ilusão .
Enfrentam-se os lobos. E a madrugada avança.
Nessa sina segue o poeta cheio de dores e amores.
E a orquestra? Sempre presente a embalar sua insônia.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Escondido



Escuto no silencio da noite o barulho do meu mundo interior.
Como uma rodovia muito movimentada onde os pensamentos transitam numa competição continua,
Não existe radar, nem sinalização, somente a pressa em chegar.

Destino desconhecido.Pressa inexplicável.
Ouço buzinas de vários sons. O barulho ensurdecedor que avisa que existe pressa em chegar.
Parada as margens dessa rodovia eu observo, desejo o silencio de um momento.
Sem opção meus passos se afastam. Aos poucos deixo para trás todos os sons do mundo real.
Aconchego-me nesse momento tão especial. Impossível não sorrir ao ouvir seu riso guardado para sempre no meu embornal de viajante.
Não encontro respostas para as emoções guardadas. Somente o concreto que insiste em não se tornar obsoleto.
Tento colocar em um caixinha de musica. Me esforço para que caiba...Seria tão fácil guarda-las e somente abrir para ouvir a musica em momentos escolhidos. Ou nem mesmo abrir...
Não funciona. São emoções possuem muitos sons diferentes.
Devo esquecer esse encontro de dois mundos tão diferentes. A razão buzina avisando que o tempo urde.
Ouço o riacho calmo dos sonhos chamando. A musica que as águas cantam quando correm entre as pedras me orientam a sentar com você as margens dessas águas tão escondidas dentro de mim.
Lanço-me nas mãos infinito nessa gangorra de exclamações e interrogações, nesse sobe e desce que confunde respiro aguardando que o vento leve o que não for leve. E quem sabe ponha o concreto nas margens desse riacho tão fechado a visitação.
Su Aquino (Arquivo pessoal)

sábado, 23 de janeiro de 2016

O homem



O homem que passou por aqui não possuía cabelos perfumados.
Da sua pele nenhuma fragrância exalava.
Possuía cheiro próprio .
O odor que alucina .
O homem que passou por aqui,
 não precisou de licença.
Entrou e se misturou .
Como tatuagem em mim colou.
Sem dor somente amor.