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domingo, 8 de junho de 2014

Difusa



Imagem difusa do meu vulto que caminha rumo à paz;
Vez ou outra faz paragens e admira a paisagem.
Com o tesouro da descoberta: Para renascer basta morrer...
Muitas mortes em uma só vida. Muitos nascimentos em uma só vida.
Muitas paisagens nessa caminhada. Tantas e tantas...
No pergaminho cuidadosamente guardado muitas vivencias.
Em letras alegres, coloridas, o despertar do amanhecer da inocência.

No pergaminho registrado o som de risos, a confiança em palavras...
Depois a cinza da realidade revela que nem tudo são cores.
Letras em preto e branco com o cinzento das desilusões.
Letras verdes da esperança colorem a palavra ressurreição
Nessa caminhada não são todos que conseguem morrer e renascer.
Inventar bolas de sonhos e com elas fazer malabarismos no semáforo da vida.
Estou entre os que conseguem se equilibrar e ainda receber aplausos na plateia da consciência.
Sem ser artista colorindo as telas da minha vida somente para dar vida a essa aquarela,
E finalizo com o pensamento de um autor desconhecido.
“Eu que tantas vezes morri e renasci pra viver. Às vezes penso que vivo porque já não sei mais morrer.”

 

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