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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Verdades

 



Verdades

A carta que escrevi, vem cheia de verdades.
Navegarei no tempo e tentarei parar de caminhar nas ondas do vento.
Pisarei no chão. Tendo meu ser ancorado no Tempo. Falarei aqui de emoções sentidas e não me guiarei pela razão. Se voce vai entender ou não é outra pergunta a ser jogada ao vento.
Caprichoso esse Sr Tempo. Que um dia colocou-nos frente a frente. No chão da realidade um momento a ser por nós encarado. Na loucura de um destino despido da razão. Perdi as contas das vezes que na passarela do Tempo eu repetia sem tormento: Essa loucura vai ficar somente em pensamento. E ria o meu ser no salão da consciência.
Um dia já não era mais um pensamento. Era a realidade de um tormento. Sim ,porque desejo que se deseja sozinho pode ser aprisionado. Perde a voz e permanece no universo abafado. Mas quando o desejo é recíproco já não se caminha só. Desfila pela mente, caminha pelo corpo. Fica no ser assentado, aguardando e dizendo: Estou aqui, esperando. A razão grita, esbraveja. Aponta o chão. Exige explicação. No espelho se reflete a face sem máscara dizendo: Não!
No tempo e no infinito o momento escrito com a hora marcada. Quem não recebeu convite ficou do lado de fora. Não foi liberada a entrada da razão. Sem lugar nesse momento, sem darmos atenção aos seus lamentos. E a vida segue guiada pelo tempo.


http://youtu.be/u1bXjPL7OX0

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