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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Dor da Gente




Dor da Gente

Estranha noite... é inverno. Mas teu calor me assusta.
Turvas lágrimas, olhos nublados. Ao longe contemplam estrelas, que já não brilham tanto com antes
Noites em que estava aqui ao meu lado vivendo este momento. Sem palavras olhávamos o céu. A noite brilhava ,os planetas alinhavam...
Estrelas reluzentes nos olhos, brilho de um dia ter sido só amor o que hoje me faz plena dor.
Dor que invade a mente, raiz profunda no coração ausente.
*Nessa imensa distancia, nada anuncia o iluminar
*Negra noite no universo, sem aurora a despontar
*Sem previsão de algo que possa essa situação mudar...
*Quem sabe uma colisão, uma grande explosão.
Este peito acalantar, mas nem um novo universo faz este tempo mudar
*Noite estranha é inverno, mas teu calor me faz sofrer.
*Sinto o como um tormento, um flagelo, um lamento.
*Quem dera esse calor fosse à fagulha que provocasse a explosão.
*Destruísse o velho mundo,*iniciasse uma noite sem fim.
Estrelas sem brilho, olhos turvos, lágrimas teimam em rolar por seu rosto triste. Pensamentos procuram por mim quem dera este calor, estranha noite de inverno, fosse de volta o amor, sem esta dor
.

Su Aquino e  MAURICIO CLAÚDIO

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