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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Elo de almas

 

Elo de almas


Ah essa melodia infinita, tocando sempre sem desafinar.
O barco navega em mar aberto, outras águas a desvendar.
Ignora o lamento triste da alma em seu cismar.
Vivendo seus sonhos, tantos que não dá para citar.
Baixa a ancora nesse barco em momento de descansar. Afasta os sonhos esse aquietar.
Realidade de um chamado toma o seu lugar.
Põe a alma a viajar. Vai feliz sua realidade a buscar.
Alma fiel, que pelo Eros não se deixa enganar.
Busca ao longe, lá em terra...
Certa alma a lhe esperar.
Brilhante alma no porto, sem nunca atrasar.
Despidas são as almas das vestes da razão.
Flutuam para o seu rumo.
Nunca erram a direção. Seu guia, o coração.
Engana a mente, enreda o corpo.
Mas no coração não tem dilema. Seu rumo não tem desvios.
Ordena o coração, obedece à alma.
O resto é só fumaça, vento vindo, se dissipa.
Viram vivencias a colecionar. Mais um retalho a juntar.
Elo invisível, indestrutível. Essas almas a ligar.
Ignora o tempo, apaga as marcas. Transparentes se mantêm.
Dança as almas seu balé. Invade a eternidade seu querer.
Seguem essas almas quando a ancora levanta, mas no intimo têm a certeza.
Um chamado sempre virá. Um lindo balé para se dançar...
No palco do coração sempre um lugar seguro a lhes esperar.


Ah essa melodia infinita, tocando sempre sem desafinar.
O barco navega em mar aberto, outras águas a desvendar.
Ignora o lamento triste da alma em seu cismar.
Vivendo seus sonhos, tantos que não dá para citar.
Baixa a ancora nesse barco em momento de descansar. Afasta os sonhos esse aquietar.
Realidade de um chamado toma o seu lugar.
Põe a alma a viajar. Vai feliz sua realidade a buscar.
Alma fiel, que pelo Eros não se deixa enganar.
Busca ao longe, lá em terra...
Certa alma a lhe esperar.
Brilhante alma no porto, sem nunca atrasar.
Despidas são as almas das vestes da razão.
Flutuam para o seu rumo.
Nunca erram a direção. Seu guia, o coração.
Engana a mente, enreda o corpo.
Mas no coração não tem dilema. Seu rumo não tem desvios.
Ordena o coração, obedece à alma.
O resto é só fumaça, vento vindo, se dissipa.
Viram vivencias a colecionar. Mais um retalho a juntar.
Elo invisível, indestrutível. Essas almas a ligar.
Ignora o tempo, apaga as marcas. Transparentes se mantêm.
Dança as almas seu balé. Invade a eternidade seu querer.
Seguem essas almas quando a ancora levanta, mas no intimo têm a certeza.
Um chamado sempre virá. Um lindo balé para se dançar...
No palco do coração sempre um lugar seguro a lhes esperar.

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